O primeiro filho representa uma mudança radical na vida do casal e de toda a família. Nós porém iremos apenas abordar a parte financeira da questão.
O nascimento de um filho deve ser planeado com antecedência, o casal deve possuir uma poupança suficiente para cobrir os gastos que irão ter durante a gravidez (exames e produtos para o bebé), deve também possuir um seguro de saúde que possa cobrir o acompanhamento e nascimento na maternidade, se não pretender ter o filho num hospital público e deve cortar nas despesas desnecessárias como assinaturas de revistas, tabaco (um bom momento para parar), pacote de cabo, etc. Mas como se não bastasse é necessário uma casa que tenha espaço para acolher o novo membro da família, assim como o carro deverá ter condições para a cadeirinha obrigatória. Como podem verificar não são poucos os gastos que devem ser planeados.
O nascimento é um momento inesquecível (presume este vosso amigo, pois ainda não teve tal sorte), mas os gastos continuam e é breve a licença Parental, depois quem tomará conta do pequeno benjamim da família. Se forem daqueles sortudos com uma ou duas avós babadas o assunto fica resolvido, mas se não é esse o caso talvez seja melhor prescindir de um dos ordenados (sou contra, opinião pessoal), ou recorrer a um infantário/ babysitter que ficará com uma parte do orçamento do casal. Por último aconselho a abrirem uma conta poupança para o pequeno, pois ele dará muitas mais despesas no futuro, assim como muitos momentos de alegria e felicidade.
Recapitulando:
- seguro de saúde com cobertura para gravidez;
- estabilidade financeira. Possuir poupança para despesas durante e depois da gravidez;
- cortar gastos desnecessários;
- casa com espaço suficiente;
- carro familiar, alguns já trazem oferta de cadeira;
- preparar parte do orçamento para infantário;
- conta poupança para o bebé (existem seguros que tem uma funcionalidade semelhante);
- muita, mas mesmo muita alegria.

